14 de janeiro de 2017

De olho no piso do magistério

olhonafechaduraLevantamento do Ministério da Educação mostra que a maior parte dos municípios brasileiros não paga o piso salarial aos professores da rede municipal.
Entre os municípios de todos os estados, incluindo o Distrito Federal, que enviaram os dados, 2.533 declararam que pagam um salário aos professores de pelo menos o valor do piso nacional. Isso representa 45% do total de 5.570 municípios brasileiros.

Temer posa de São Jorge; “Ele casou com dragão”

Num instante em que Michel Temer celebrava a queda da inflação e a perspectiva de eleger dois aliados para as presidências da Câmara e do Senado, a Lava Jato acomodou na porta do Palácio do Planalto mais um de seus filhotes tóxicos —uma investigação sobre um esquema que ajeitava empréstimos da Caixa Econômica para empresas em troca de propinas. No centro do novo escândalo estão personagens ligadíssimos a Michel Temer. Entre eles Geddel Vieira Lima, ministro até outro dia, e o ex-todo-poderoso Eduardo Cunha.
Cada vez que um pedaço da Lava Jato desaba nas proximidades de Temer, o brasileiro tem uma incômoda sensação de continuísmo. Governar é como desenhar sem borracha. E o PMDB de Temer é coautor do borrão que Lula, Dilma e o PT produziram. Por mais que se esforce, o brasileiro não consegue enxergar em Temer um bom exemplo. Vê, no máximo, um bom aviso.
A nova operação policial chega num instante em que o governo se prepara para enfrentar no Congresso a dura batalha da reforma da Previdência. E ainda está por vir a homologação das delações da Odebrecht, que alcançam o próprio Temer. Limpo, o governo teria dificuldades para emplacar o necessário aperto previdenciário. Sujo, nem se fala. Temer tenta se comportar como um São Jorge que veio salvar a República. Mas a Lava Jato insiste em avisar que São Jorge está casado com o dragão.

Professora que engravidou de aluno é condenada a 10 anos de prisão

Um juiz do estado do Texas, nos Estados Unidos, condenou na sexta-feira (13) a 10 anos de prisão uma professora de inglês de um instituto de Houston, por manter uma relação com um aluno de 13 anos, de quem ficou grávida em 2015, segundo informações dos veículos de imprensa locais.
Com a condenação, o juiz Michael McSpadden, quis fazer deste caso um exemplo para evitar futuras relações entre alunos e professores, uma vez que, na sua opinião, casos parecidos ocorrem com muita frequência.
A professora Alexandria Vera tinha 24 anos quando ficou grávida de um aluno de 13 de um instituto do Distrito Escolar Independente de Aldine, nos arredores de Houston, onde ela trabalhava.
G1