6 de junho de 2019

A patética cena dos seis ex-ministros da educação


Inacreditável, mas seis ex-ministros da educação reuniram a imprensa para explicar o "sucesso" de suas gestões.

Em 30 anos, os níveis educacionais decresceram assustadoramente, mas eles acreditam que fizeram um ótimo trabalho.

Será que eles não têm vergonha da bagunça que deixaram no Brasil como jovens terminando o ensino médio sem saber nem o que é uma regra de três?

Deveriam é se envergonhar por terem transformado a educação no Brasil numa das piores do mundo... Talvez atrás até da Etiópia...

É indignante a audácia desses cidadãos virem a público falar de uma coisa que eles destruíram. Só mesmo no Brasil se imagina uma cena como esta.

Lula livre, nem tão cedo

O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo MP e tornou réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht.

 Lula livre, nem tão cedo.


Esquerda destruiu com força a educação do Brasil


Fala sério!

A esquerda destruiu com força a educação no Brasil.

Colocou o país na rabeira mundial do ensino.

Participou dos governos mais devassos e deletérios à educação, mas tem o desplante de escrever cartinha, dizendo que Bolsonaro arruína a educação.

Numa só palavra: cafajestes!


Uma cena comum em muitas escolas públicas brasileiras


Bagunça generalizada em muitas escolas públicas brasileiras. Situação fora de controle, onde alunos fazem quebra-quebra, agridem professores e gestão das unidades escolares. Um caos. Um caso de polícia.

Manuela Barbosa Gomes morre em acidente de trânsito em Arenápolis


A médica Manuela Barbosa Gomes, de 38 anos, morreu nesta quinta-feira (6) após sofrer um grave acidente de trânsito em Arenápolis (a 258 km de Cuiabá).

A profissional conduzia uma caminhonete S-10, que capotou após ela perder o controle da direção e bater em um poste de energia elétrica.

No veículo também estava a mãe de Manuela, que teve apenas escoriações leves e passa bem.

Posto policial dentro das escolas com alto índice de violância


Cheguei à conclusão que em algumas escolas públicas brasileiras, antes de se pensar numa boa biblioteca, em um belo ginásio de esportes, numa excelente cozinha com refeitório, e até mesmo, antes dos laboratórios de ciências e informática, deveria ganhar um posto policial.

Comportamentos violentos viraram uma prática tão constante, mas tão constante dentro de algumas unidades escolares, que somente a polícia para contê-los.

Foi-se o tempo que aprendizes respeitavam diretores e coordenadores de escolas. Nem faço referência mais ao professor, porque este, pouco “apita” nessas questões do dia a dia escolar.

Os docentes das escolas com grande quantidade de alunos violentos, perderam completamente o respeito destes. Alguns deles são xingados diariamente, ameaçados, esbofeteados em sala de aula ou nos corredores; há casos dos que são vítima de tentativa de homicídio.

A real cara da "Pátria Educadora"