19 de julho de 2019

Em MT, cinco promotores de Justiça pedem pra ser investigados


Cinco membros do Ministério Público de Mato Grosso, acusados pelo cabo Gerson Correa Júnior de cometer ilegalidades enquanto estiveram no Gaeco (Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado), classificaram as declarações como “caluniosas, difamatórias e injuriosas”.

Durante reinterrogatório na tarde da última quarta-feira (17), o cabo Gerson acusou seis membros do MPE de usar "relatórios fraudulentos" para justificar grampos ilegais e desvio de finalidade de uma verba secreta destinada a ações de investigação.

São eles os promotores Marco Aurélio de Castro, Marcos Bulhões, Marcos Regenold, Samuel Frungillo e Célio Wilson e o procurador Paulo Prado. A nota, no entanto, não é assinada por Célio Wilson, que já está aposentado.

De olho em 2020


Houve mudança na lei eleitoral e, nas eleições de 2020, não serão permitidas alianças na chapa proporcional. As coligações somente acontecerão nas candidaturas majoritárias de prefeitos.

Essas regras obrigam os candidatos a uma análise mais profunda sobre as chances de cada um.

Entrevista com o terrorista que planejava matar Bolsonaro e Damares


A Veja diz ter entrevistado um terrorista que planejava assassinar Jair Bolsonaro, Damares Alves, Ricardo Salles e um ministro do STF.

“O terrorista identifica-se como ‘Anhangá’. Por orientação do grupo (Sociedade Secreta Silvestre), o contato foi feito pela deep web, uma espécie de área clandestina da internet que, irrastreável, é utilizada como meio de comunicação por criminosos de várias modalidades.

Anhangá garante que o plano para matar Bolsonaro é real e começou a ser elaborado desde o instante em que o presidente foi eleito. Era para ter sido executado no dia da posse, mas o forte esquema de segurança montado pela polícia e pelo Exército acabou fazendo com que o grupo adiasse a ação.