1 de agosto de 2019

Pedro Taques recebeu R$ 3 milhões do Grupo Petropólis


O Grupo Petrópolis, alvo da 62ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta quarta-feira (31), doou mais de R$ 24,8 milhões a campanhas políticas no país, apenas durante as eleições de 2014.

Dentre os maiores beneficiados, está o ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), que recebeu R$ 3 milhões.

Nesta fase da Lava Jato, a Polícia Federal investiga o pagamento de propinas travestidas de doações de campanha eleitoral que teriam ocorrido entre os anos de 2008 e 2014.

A apuração do envolvimento do Grupo Petrópolis remonta a 2016, quando uma planilha com nomes de políticos e referência à cerveja Itaipava foi achada na casa do executivo da construtora Odebrecht, Benedicto Junior.

STF determina quebra do sigilo bancário de Carlos Bezerra


O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a quebra do sigilo bancário do deputado Federal Carlos Bezerra (MDB) e outras 16 pessoas físicas e jurídicas para apurar supostas fraudes na ampliação e pavimentação do Aeroporto Municipal Maestro Marinho Franco, em Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá), investigados na Operação Ararath.

A informação consta na petição assinada pela procuradora-geral da República, Raquel Dogde, encaminhada ao ministro Luiz Fux, do STF, no dia 23 de julho.

No documento, ela dá parecer favorável a um pedido da Polícia Federal para que a investigação se prolongue por mais 60 dias. Segundo a procuradora-geral, a Polícia Federal necessita do prazo para analisar os dados bancário e fiscal do parlamentar.

Foram quebrados os sigilos bancários e fiscais por um prazo de seis anos, do dia 1ª de janeiro de 2010 ao dia 31 de dezembro de 2015.

Líder do Sintep chama o Tribunal de Justiça de MT de "Porco" - Ouça áudio



Projeto criminaliza o incentivo, pela internet, a atos lesivos à própria saúde

Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o projeto de lei que tipifica como crime a “conduta cibernética prejudicial à saúde, à incolumidade física ou psíquica ou à vida de outrem”.

De autoria do senador Confúcio Moura (MDB-RO), o PL 847/2019 determina que incorrerá nesse crime a pessoa que induzir, instigar, constranger ou ameaçar alguém, por meio da rede mundial de computadores, a praticar ato prejudicial à sua saúde, à sua incolumidade física ou psíquica ou à sua vida.