24 de setembro de 2019

Bolsonaro na ONU: “É falácia que o Brasil não proteja o meio ambiente”


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) classificou como “falácia” o discurso de que a Amazônia esteja sendo destruída pelo seu governo. Em seu discurso na abertura da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cujo tema é “Reunir esforços multilaterais para erradicação da pobreza, educação de qualidade, ações climáticas e inclusão”, o presidente brasileiro disparou contra a França, mesmo sem citar o nome do país ou do seu presidente, Emmanuel Macrón, que antagonizou com Bolsonaro ao longo da crise gerada pelo aumento nos incêndios na região da Amazônia.

“Clima seco favorece queimadas espontâneas e criminosas”, argumentou. “Problemas qualquer país os tem. Os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional despertaram o nosso sentimento patriota. É falácia dizer que a Amazônia é de propriedade internacional”, prosseguiu.

Quem não gostou do discurso do Presidente Bolsonaro na ONU:


– Bajuladores de ditadoras comunistas

– Lacradores de twitter

– Encrencados na Lava Jato

– O Macron

– O Raoni

– Defensores da ideologia de gênero

Enfim, quem queria eleger o poste do presidiário Lula.

Bolsonaro ‘matou a pau’. E Morreu Maria Preá.

Bolsonaro disse tudo e mais um pouco que a ONU precisava ouvir há tempos. Discurso histórico, corajoso, objetivo, coisa de ESTADISTA com todas as letras em maiúsculo.

Parabéns Presidente, tirou um engasgo, um nó das nossas gargantas.

Goste-se ou não, Bolsonaro fez um discurso de estadista, avalia o Antagonista


O discurso de Jair Bolsonaro foi forte: disse que o Brasil se encontrava ameaçado pelo socialismo, atacou a corrupção que assolava o país nos governos petistas, com elogio explícito a Sergio Moro, partiu para cima do regime venezuelano, do Foro de São Paulo, da ação cubana na América do Sul e do ambientalismo manipulado por uma visão colonialista.

O presidente afirmou que a Amazônia não está em chamas, ao contrário do que diz a mídia internacional, e criticou a tentativa de tolher a soberania brasileira na região. Atacou o cacique Raoni, dizendo que ele não é o único representante dos povos indígenas, e leu uma carta assinada por representantes de mais de 50 tribos que pediam desenvolvimento nas reservas e legitimavam a índia Ysani Kalapalo, que integra a comitiva brasileira. Bolsonaro também reforçou o compromisso do Brasil com o livre-comércio e o respeito a acordos internacionais, que disse pretender multiplicar. Ele defendeu a democracia de expressão e informação.

Na última parte, “terrivelmente evangélico”, criticou a perseguição de caráter religioso e atacou transversalmente a chamada ideologia de gênero.

Goste-se ou não, Bolsonaro finalmente fez um discurso de estadista.