6 de outubro de 2019

“Tá na casa da sua mãe”! Resposta correta de Bolsonaro a uma pergunta imbecil


Ao ser questionado sobre o assessor Fabrício Queiroz, o presidente Jair Bolsonaro respondeu com um sonoro “Tá com a sua mãe”. O caso ocorreu na manhã deste sábado (5/10), nas redondezas do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro estava passando no local com uma motocicleta vermelha e um capacete preto. Ainda em cima do veículo, o presidente decidiu então fazer uma rápida interação com algumas pessoas que estavam no local. Enquanto muitos gritavam palavras de apoio e o próprio nome do presidente, uma das pessoas — um ciclista —, entretanto, gritou “e o Queiroz?”.

O líder do executivo então levantou um braço e em resposta afirmou: “Tá com a sua mãe”. Em seguida, rapidamente saiu com a moto. Após o contratempo, o ciclista foi recriminado pelos outros populares. 

ENTENDA

Queiroz foi um dos assessores que trabalharam com a família Bolsonaro. O ex-funcionário é apontado importante peça nas investigações de movimentação suspeita envolvendo nomes da família.

NOTA DO BLOG: É isso mesmo presidente! Resposta à altura. Parabéns!

Lei que torna transporte irregular infração gravíssima entra em vigor


A partir deste sábado (5), quando entra em vigor a Lei nº 13.855, o transporte “pirata” de passageiros, incluindo de estudantes, passa a ser considerado infração gravíssima ao Código de Trânsito Brasileiro.

Publicada no Diário Oficial da União de 8 de julho, a Lei nº 13.855 alterou o Código, tornando mais rigorosas as penalidades aplicadas aos motoristas flagrados transportando passageiros mediante remuneração, sem terem a autorização para fazê-lo.

Henrique Alves mandou cachaça para agradecer arquivamento de investigação, relata Janot


Desde pedidos para ele próprio não ser investigado até uma solicitação para que não se investigasse o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, passando por outros pedidos emocionados de clemência que resultaram em cenas de choro e até o envio de uma garrafa de cachaça de presente.

Todos esses episódios, alguns mais e outros menos conhecidos, teriam sido protagonizados pelo ex-ministro Henrique Eduardo Alves e estão relatados no controvertido livro que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot acaba de lançar pela editora Planeta do Brasil com o sugestivo título “Nada menos que tudo”.

A obra – que já rendeu ao ex-PGR a suspensão do porte de armas, uma revista em sua residência com a apreensão de computador, telefone celular e a proibição de entrar no recinto do Supremo Tribunal Federal ou se aproximar dos ministros, tudo após ele dizer que entrou armado na Corte para matar Gilmar Mendes e depois se suicidar – está sendo enviada às centenas pelo WhatsApp, num autêntico vazamento de conteúdo digno da Operação Lava Jato.

Família brasileira empobreceu em nove anos, aponta IBGE


Em nove anos, caiu o percentual de famílias brasileiras que têm renda mensal superior a seis salários mínimos e aumentou o número delas que vive com menos do que esse valor.

Os dados são da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A pesquisa mostra ainda que 2,7% das famílias brasileiras concentram 19,9% da renda. Outros 23,8% vivem com menos de dois salários mínimos por mês, em um sinal de que a desigualdade de renda permanece grande no país.

Os dados reforçam ainda que a renda com aposentadorias e pensões é um dos fatores que ajuda a ampliar a distância entre os extremos no país.

Servidores que ingressaram até 2003 terão direito a aposentadoria integral


Servidores públicos foram os únicos beneficiados pela mais recente versão da reforma da Previdência, anunciada pelo relator no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Das 77 emendas apresentadas no plenário com sugestões de mudanças no texto, apenas uma foi aceita: a que permite a quem ingressou no serviço público antes de 2003 e recebe, além do salário, gratificação por desempenho, tenha direito a aposentadoria integral.

Prejuízo mundial com paraísos fiscais chega a US$ 800 bilhões


Um paraíso fiscal é um país, ou um território de sua dependência, que oferece condições fiscais atrativas para investidores estrangeiros, como alíquotas tributárias baixas ou inexistentes.

Além de abrir brecha para problemas de fiscalização, a existência desses refúgios custa em torno de US$ 800 bilhões à economia mundial, devido à falta de tributação de pessoas físicas e jurídicas.

As receitas fiscais corporativas perdidas, ou seja, não recolhidas, vão de US$ 500 bilhões a R$ 600 bilhões por ano. As estimativas estão no blog do Fundo Monetário Internacional (FMI). O prejuízo no recolhimento do Imposto de Renda individual fica em torno de US$ 200 bilhões por ano entre países que não participam da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de países mais desenvolvidos.