4 de janeiro de 2020

Bolsonaro defende abertura do mercado para atenuar alta dos combustíveis


A solução defendida pelo presidente Jair Bolsonaro para equacionar a alta do preço dos combustíveis é a abertura do mercado. “Temos que quebrar monopólios”, na saída do Palácio da Alvorada.

O presidente da estatal, Roberto Castello Branco, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, entendem que a quebra do monopólio que a estatal exerce, na prática, sobre o refino, é o caminho para aliviar o bolso dos consumidores. O governo sabe, contudo, que essa não é uma medida a curto prazo.

Atualmente, estão em funcionamento no Brasil 17 refinarias com capacidade instalada de refino diário de cerca de 2,3 milhões de barris. Do total, 13 refinarias são de grande escala, e pertencem à Petrobras. As demais são de concorrentes privados: Manguinhos, instalada no Rio de Janeiro; Univen, em Itupeva (SP); Riograndense, em Uruguaiana (RS); e Dax Oil, em Camaçari (BA). Essas quatro, juntas, produzem cerca de 5% do total da gasolina no país.

Trump diz que morte de general foi para parar uma guerra, não começar


O presidente Donald Trump fez um pronunciamento na noite de ontem (3) em que disse que o ataque dos Estados Unidos que resultou na morte, no Iraque, do general Qassem Soleimani, um militar de alta patente do Irã, foi uma ação para parar e não para começar uma guerra. A morte de Soleimani causou tensão na sexta-feira entre líderes mundiais devido ao risco da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Durante o pronunciamento, Trump classificou Soleimani como “o terrorista número 1 do mundo” e disse que o iraniano estava planejando ataques terroristas contra diplomatas e militares norte-americanos. “Sobre nossa política contra terrorista que ameaçam ou pretendem ameaçar qualquer americano, nós vamos encontrá-lo e eliminá-lo”, disse o presidente.

Foragido por ataque a ‘Porta dos Fundos’ assume autoria do ato


O empresário Eduardo Fauzi, de 41 anos, apontado como responsável por orquestrar o ataque à sede da produtora Porta dos Fundos, no bairro do Humaitá, na Zona Sul do Rio de Janeiro, assumiu a autoria do atentado, ocorrido na véspera de Natal, neste sábado, 4. 

Em entrevista ao”Projeto Colabora”, Fauzi classificou o especial de fim de ano do canal como um “ato de profanação” e afirmou que “uma blasfêmia sempre será infinitamente pior do que qualquer reação contra ela”. Fauzi é procurado pela Polícia Civil do estado desde a terça-feira 31. Ele viajou para Moscou, capital da Rússia, e seu nome foi incluído no rol de procurados pela Interpol nesta quinta-feira 2.

“Quando não há formas de responder aos ataques feitos à fé, e, sobre tudo, a Deus, além de nos depararmos com autoridades completamente inertes omissas ou até coniventes, que têm o poder de solucionar a questão e cessar a ofensa, mas não o fazem e se recusam a fazer, ou até mesmo defendem os atos criminosos e blasfemos, não resta outra forma do que responder com as próprias mãos”, justificou o ataque.

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