12 de janeiro de 2020

Caiu da Rede!

Milhares vão às ruas após Irã assumir culpa de queda de avião


Um grupo de manifestantes iranianos pediu, neste sábado (11/01/2020), a saída do líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei. O protesto ocorre após autoridades do Irã assumirem a autoria do ataque que derrubou um avião ucraniano e matou 176 pessoas na última quarta-feira (08/01/2020).

Vídeos postados nas redes sociais mostram protestos em frente à Universidade Amir Kabir, em Teerã. O movimento contra Khamenei teria começado, informou o jornal norte-americano The New York Times, para lamentar a morte das vítimas.

Os atos ganharam peso depois que o comandante da Força Aérea da Guarda Revolucionária do Irã, Amir Ali Hajizadeh, assumiu a “total responsabilidade” pelo disparo do míssil que atingiu a aeronave. “Teria preferido morrer a testemunhar um acidente semelhante”, afirmou em comunicado transmitido pela televisão estatal.

Diminui o número de filados a partidos políticos


Segundo dados oficiais do TSE, diminuiu o número de brasileiros filiados a algum partido político.

Comparando os dados de novembro de 2018 ao mesmo mês do ano passado (último mês com dados disponíveis), a queda foi de 16,8 milhões para 15,6 milhões de filiados.

O partido com mais integrantes é o MDB, com 2,1 milhões. Em seguida vem o PT, com 1,4 milhão; seguido pelo PSDB e pelo PDT, com 1,3 milhão e 1,1 milhão de filiados, respectivamente.

Auditoria encontra elo do DPVAT com pessoas próximas a ministros do STF


Auditoria nas contas da Seguradora Líder, responsável pela gestão do seguro DPVAT, questionou uma série de procedimentos na gestão da empresa, incluindo pagamentos por prestação de serviços para pessoas próximas a políticos, a integrantes do governo federal ou ligadas a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), muitas vezes sem os devidos detalhamentos e controles.

A auditoria foi realizada pela consultoria KPMG, a pedido da atual gestão da seguradora. A análise dos documentos e processos abarca o período que vai de 2008 a 2017.

O documento, com cerca de mil páginas, foi obtido pela reportagem da Folha. Parte dele avalia o envolvimento da Líder com o que a KPMG chama de “pessoas politicamente expostas”.