3 de março de 2020

Riva deposita R$ 15 milhões e paga primeira parcela do acordo de delação


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O ex-deputado estadual José Geraldo Riva efetuou o pagamento da primeira parcela combinada em sua delação premiada, no valor de R$ 15 milhões. Dois depósitos foram realizados no dia 28 de fevereiro. Riva deve prestar contas ao desembargador Marcos Machado, que homologou seu acordo com o Ministério Público.

Conforme apurado pelo Olhar Jurídico, o primeiro depósito ocorreu no valor de R$ 14,1 milhões. O segundo, ainda no dia 28 de fevereiro, ocorreu no montante de R$ 900 mil. Valores serão destinados ao Fundo do Sistema Penitenciário de Mato Grosso.

O ex-deputado Riva observou sua delação premiada ser homologada no dia 20 de fevereiro. O ex-deputado se comprometeu a indenizar a sociedade em R$ 92 milhões. Riva também deve cumprir prisão domiciliar.

A colaboração premiada apresenta lista com 38 nomes de ex-deputados e deputados que supostamente receberam mensalinho na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os fatos tiveram início em 1995 e alcançaram montante aproximado de R$ 175 milhões.

Riva também disse ao Ministério Público (MPE) que desde 1995 os deputados estaduais gastaram aproximadamente R$ 40 milhões durante negociações para as eleições da Mesa Diretora.

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Sete dos onze congressistas de MT confirmam voto a favor de veto de Bolsonaro; veja quem são

Com a sessão que deve decidir sobre o controle de R$ 30 bilhões no orçamento deste ano ainda em curso, cinco dos oito deputados federais e dois dos três senadores de Mato Grosso já manifestaram apoio a manutenção do veto do presidente Jair Bolsonaro.

Pela Câmara, já manifestaram a favor da manutenção do veto os deputados federais José Medeiros (PODE), Neri Geller (PP), Leonardo Albuquerque (SD), Emanuelzinho (PTB) e Nelson Barbudo (PSL).

Os emedebistas Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB) não quiseram se manifestar, assim como a deputada federal Rosa Neide (PT), que deve acompanhar orientação de seu partido e votar pela derrubada do veto.

Já pelo Senado, o senador Wellington Fagundes (PL) e a senadora cassada Selma Arruda (PODE), que ainda está no cargo, já anunciaram que vão apoiar o veto do presidente. Jayme Campos ainda não se pronunciou.

Luciano Hang diz que membros da esquerda "odeiam trabalhar"


O empresário Luciano Hang, dona das lojas Havan, rasgou o verbo contra os partidos de esquerda do Brasil durante sua visita a Cuiabá, no último final de semana. Segundo eles, a esquerda não gosta de trabalhar e tem ódio de quem gera emprego e renda no país. Luciano ficou conhecido na política por declarar apoio à campanha do presidente Jair Bolsonaro.

“Esse povo da esquerda nunca trabalhou ou se trabalharam sempre tentaram fazer com que a empresa desse prejuízo. Eles odeiam quem trabalha, odeiam trabalhar e tem ódio do empreendedor e empresário, aqueles que tocam esse país”, disparou.