9 de março de 2020

MST invade e vandaliza sede do Ministério da Agricultura (veja vídeo)




A invasão e o vandalismo praticado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), nesta segunda-feira (9), na sede do Ministério da Agricultura, é um caso absurdo que merece uma firme reação do Governo Federal.

É o tipo de coisa que não pode mais voltar a acontecer. Esses movimentos que praticam o 'terror' precisam ser repreendidos com todos os rigores da lei.

Bandidos, travestidos de militantes de esquerda, picharam e depredaram o local em protesto contra o atual governo.

Uma vergonha!

Munidos de placas de protesto, os arruaceiros jogaram tinta vermelha para todos os lados.

Confira fotos e vídeos do vandalismo do MST:

Governo reforça segurança cibernética após ataques de hackers


Um ataque cibernético noturno levou a Caixa Econômica Federal a tirar do ar, em agosto, os cadastros de FGTS, seguro-desemprego, Bolsa Família e aposentadoria que contêm informações pessoais de milhões de brasileiros. No Banco do Brasil, um hacker furtou, em dezembro, R$ 524 mil da conta da prefeitura de Iguape, no litoral paulista.

Às pressas, a instituição financeira estornou o valor e montou ofensiva para dobrar a vigilância nas mais de 5 mil contas de cidades que recebem o dinheiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Nos últimos meses, invasores ainda tentaram entrar nos dados de mais de 30 milhões de contribuintes guardados pela Receita Federal. Se tivessem sucesso, conseguiriam informações guardadas por sigilo fiscal, como dados bancários.

Nem mesmo o Exército escapou. Após vazar a informação de que, em um seminário de segurança cibernética, foi dito que a instituição era pouco atacada, houve um bombardeio de hackers tentando entrar no sistema. Oficiais dizem que o objetivo não era roubar informações, mas demonstrar que nenhum sistema é inviolável.

Segundo A Rede Globo “travestis’ são mulheres; vídeo


STJ: Crime de trans exibida no Fantástico é “extremamente chocante”


Em setembro de 2018, o STJ concedeu habeas corpus para reduzir a pena da transexual Suzy de 36 anos e 8 meses de reclusão para 30 anos, 10 meses e 20 dias de prisão. Ou seja, manteve o tempo máximo de encarceramento permitido no país naquele ano.

Na época, a defesa de Suzy questionou a condenação, afirmando que a homicida, por ter confessado o estrangulamento do menino de 9 anos, “deveria receber atenuantes reconhecidas”.

Em sua sentença, o ministro Nefi Cordeiro, porém, alegou que “o réu agiu com crueldade desmedida ao reiterar a conduta de abusar sexualmente de crianças e ao decidir praticar o homicídio como forma de se ver impune pela prática do estupro”.

E acrescentou:

“Entende esta Corte que a morte de uma criança extrapola as elementares do delito de homicídio, haja vista, em especial, a forma extremamente chocante com que o delito foi cometido, abalando de forma intensa toda a família e o meio social.”