“Eu não queria estar na pele da Presidente Dilma”, diz ministro do STF

dilma magicaEle não parece se incomodar quando os desafetos o chamam de “voto vencido”. Até a Wikipédia o define assim, numa referência às decisões solitárias tomadas em julgamentos. “Sou voto vencido também em casa. Não há hierarquia. Ela manda”, brinca Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, fazendo referência à esposa, a desembargadora Sandra de Santis, mãe de seus quatros filhos.
O ministro não se importa de ficar sozinho nos julgamentos, mas não gostaria de estar no lugar da presidente Dilma Rousseff. Para Marco Aurélio, a chefe do Executivo foi abandonada por todos, inclusive pelo próprio partido, em meio à crise decorrente das denúncias da Operação Lava-Jato. “Ela está muito isolada, e isso não é bom institucionalmente”, acredita o ministro. “Eu não queria estar na pele da presidente. Isolada do jeito que ela está e envolvida pelo sistema. Eu a tenho como uma pessoa honesta”, disse ao Correio Braziliense.

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