"Eu errei", afirma pastor em relação a vídeo sobre boato de terra de cemitério em colchões

Pastor Alisson Rafael dá sua versão do fato (Foto: Parecis.Net)Pastor Alisson Rafael dá sua versão do fato (Foto: Parecis.Net)
O pastor Alisson Rafael, de uma igreja de Campo Novo do Parecis deu sua versão sobre o boato que se espalhou em uma rede social e que deu grande repercussão. No vídeo, ele afirma que a terra usada nos colchões da empresa Gazin, são oriundas do cemitério.
A repercussão foi tão grande que, um diretor do Grupo Gazin esteve em Campo Novo do Parecispara fazer um boletim de ocorrência. O diretor falou ser uma calúnia o que disseram sobre a substância colocado nos colchões, que na verdade nada mais é do que um produto usado para conter a umidade.

Versão do Pastor

No dia 29, o pastor afirmou ter recebido um telefonema de uma família por volta da meia-noite, dizendo ter recebido um vídeo em que mostra que o produto usado nos colchões da empresa Gazin, são provenientes de terra de cemitério.
Segundo o Pastor, a família entrou em desespero. "baseado na minha fé e naquilo que nós cremos, as demais pessoas que abriam suas camas e encontravam aquela substância, me pediram para que eu como pastor, fizesse um vídeo alertando sobre o fato, passar para as pessoas para acalmá-las. Por isso coloquei o meu rosto, falei que eu era pastor, para dar às pessoas o conforto e a segurança e que aquilo não causaria mal a ninguém, tudo isso baseado no vídeo que circulava em uma rede social", disse o Pastor.
- A afirmação que fiz, infelizmente é equivocada. Porque me baseei na emoção de ver a família desesperada e no vídeo, (o vídeo em questão é um boato sobre o mesmo teor produzido por alguém do estado do Acre há aproximadamente dois meses).
- Essa divulgação foi totalmente contrária ao objetivo que eu tinha. Não tive o objetivo de denegrir a imagem da Gazin nem do senhor Mário Gazin. A única intenção do vídeo era trazer paz naquela situação que a família passava. Eu errei em afirmar, sem conhecimento técnico, uma coisa baseado em um vídeo.
- Após eu ter o conhecimento da repercussão, pedi para as pessoas não divulgarem mais o conteúdo, pois não era essa a minha intenção (denegrir a imagem da Gazin) confusão.
- Estou me retratando publicamente nas redes sociais, sites e televisão, pedindo perdão pelo meu erro. Sou pastor, mas sou ser humano e falhei mesmo, eu errei.
- Assim como eu afirmei uma coisa sem saber antes, que as pessoas quando verem meu vídeo avaliem meu erro e levem para a vida. Não reproduzam este tipo de conteúdo sem ter a certeza do que está falando, para não errar na mesma linha que eu errei.

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