Não parece. Mas, no próximo dia 10 de setembro, pisei pela primeira vez em Tangará da Serra. Era um final de tarde.

Naquela oportunidade, tive a felicidade de conhecer a primeira família que residia em solo tangaraense.

Baixinho e ainda com cabelos, sempre sorridente, conheci Orlando Rosa e sua esposa Vilma, casal pastores da Igreja Batista Nacional.

Comi doce e bebi água gelada na casa dos dois, uma moradia muito simples, anexa à igreja que eles cuidavam e ainda cuidam com muito zelo e amor.

Ter sido recebido em solo tangaraense por esse simpático e amável casal, servos do Deus Altíssimo, foi a chave que eu precisava para em poucos anos estabelecer moradia na cidade.

Orlando virou meu amigo. E eu virei um eterno agradecido por tê-lo conhecido. Ainda hoje, aos domingos, quando posso, vou à bela Igreja que ele pastorei e fico pensando como sua denominação cresceu em graça e tamanho.

Nesse tempo, venho acompanhando e também contribuindo de alguma forma para o crescimento da cidade, assim como Orlando e tantos outros Orlando que conheci e me acolheram com tanto prestígio na sociedade.

Eu quero bem a Orlando e a todos os Orlandos que de braços abertos sempre me honraram e colaboraram também com o meu sucesso nesses 19 anos de vida e história.