Apesar de a Justiça Eleitoral já ter agendado eleições suplementares em 14 municípios brasileiros, o que deve ocorrer até 8 de março, em Mato Grosso não se sabe ainda quando será resolvido o impasse jurídico que envolve 11 prefeitos.

A indefinição se deve ao fato de que ainda se arrasta a batalha judicial envolvendo os prefeitos Vilson Pires (Paranatinga), Francisco de Assis dos Santos (Ribeirão Cascalheira), Ronan Rocha (Poxoréu), Juarez Costa (Sinop), Faustino Dias Neto (Santo Antônio do Leverger), Altamir Kurten (de Cláudia), Antônio Pereira de Oliveira (Araguainha), Francisco Soares de Medeiros (Nova Olímpia), Túlio Fontes (Cáceres), Magali Vilela (General Carneiro) e João Antônio de Oliveira (Novo Horizonte do Norte). A Gazeta