A cultura moderna prega padrões profissionais, estéticos e até pessoais que levam as pessoas a competirem o tempo todo, sem nem sequer se dar conta disso. E competição leva à comparação. Esse é o ponto de partida para muitas situações em que a inveja figura.
O raciocínio é lógico: quando comparamos duas ou mais pessoas, alguém termina em posição de desvantagem. E é aí que, geralmente, pinta aquele incômodo persistente, quase que como uma voz que nos estimula a cobiçar o trunfo do outro.
No início, a coisa é branda: a gente reconhece as qualidades dele e até lamenta por não ser daquele jeito. Existem casos, porém, em que a inveja toma proporções tão grandes que cria o desejo de destruir o ser invejado.
Aí aparecem aquelas situações típicas. Sabe aquele cara que vive caçando defeitos em você e espalha boatos maldosos por aí? Pois é, tudo pode ter começado em um momento no qual você se destacou.
Por isso, um dos principais antídotos contra a inveja mora dentro de cada um de nós. É a auto-estima. Afinal, quem se conhece bem consegue identificar suas virtudes e habilidades e não perde de vista seu valor.
Sobra, então, pouco espaço para o sentimento de inferioridade, grande fomentador da dor de cotovelo. É importante lembrar que cada pessoa é única e, portanto, deve ser observada e admirada de forma particular.
1 Comentários
É INCRIVELMENTE BOM SER ÚNICO,É MARAVILHOSO ALIÁS, PENA QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO SE COMFORMAM COM ESSE "ÚNICO" E TORNAM-SE PEQUENAS COM A INVEJA: que mata, que dilacera o senso, que destrói uma amizade, que torna o ser rídículo,que vai tomando dimensões arrasadoras que não tem mais volta...e o invejoso que também é "único", torna-se um fracassado.
ResponderExcluirrejane tach