O governo, aliás, preferia que o valor não fosse divulgado pelo conselho de administração da estatal, o que acabou acontecendo por pressão de conselheiros na reunião da terça-feira (27). Internamente, o governo classificou o cálculo como “rudimentar”, feito de maneira “amadora”, porque nem sequer usou projeções importantes da empresa para definição dos valores. Para o governo, a divulgação acabou criando a imagem de que os ativos da estatal precisam ser baixados não só por causa de corrupção, mas também por incompetência administrativa.

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