De acordo com a denúncia, uma das motos teria sido colocada em nome da mãe do traficante e utilizada para o tráfico de drogas na região. “As motocicletas foram levadas para o interior do complexo de favelas da Vila Cruzeiro (…), servindo às atividades da organização criminosa, que eram voltadas para o tráfico de entorpecentes e crimes afins”. Para os advogados, o jogador não foi indiciado na investigação, “havendo claro excesso acusatório”. Segundo eles, o atleta “foi vítima, em razão da venda da moto que lhe pertencia, por terceira pessoa, sem sua autorização e consentimento e com uso de sua assinatura falsificada”.

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