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Genes podem ajudar a agravar ou acelerar cura de infecção por ebola

O vírus ebola infectou 13.703 pessoas desde o início do atual surto, em dezembro do ano passado, levando 4.922 delas à morte. A conta totaliza quase 9 mil sobreviventes, embora ainda não exista cura ou vacina para a doença. Um dos motivos para essa resistência, de acordo com um novo estudo publicado na revista Science de hoje, pode estar na genética dos contaminados.
Dependendo dos genes do paciente, aponta o experimento, ele pode se recuperar em apenas duas semanas, ficar com sequelas da doença ou acabar sucumbindo a ela. A descoberta tem condições de acelerar futuras pesquisas sobre o ebola, incluindo estudos sobre os sintomas e até uma cura para a enfermidade.

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