22 de fevereiro de 2015

"Empresa" usou nome de uma doméstica para ajudar acusados de desviar dinheiro da Assembleia Legislativa

Marco Aurélio - coordenador do Gaeco
A investigação feita pelo Ministério Público Estadual (MPE), sobre esquema que teria drenado mais de R$ 62 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, entre 2005 e 2009, aponta que uma das empresas utilizadas, a Serpel Comercial de Alimentos Ltda., foi criada usando o nome de uma empregada doméstica como sócia.

"Salienta-se que a empresa foi constituída por Elias Abrão Nassarden Júnior, em 18 de dezembro de 2007, porém em nome de Jeanny Laura e da empregada doméstica Ivonete de Oliveira, esta última, ao que tudo indica, foi ludibriada pelos demais integrantes do bando e teve seu nome utilizado sem conhecer a dimensão da fraude engendrada e sem receber qualquer proveito dos ilícitos perpetrados", diz o MPE, na denúncia apresentada.

A empresa recebeu R$ 470.592,00 durante a existência do esquema, diz o MPE, valores que atualizados somam R$ 684.767,04. A denúncia do Gaeco, órgão do MPE, culminou na prisão do ex-deputado José Riva (PSD), acusado de liderar o suposto esquema.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ATENÇÃO!

A legislação brasileira prevê a possibilidade de se responsabilizar o blogueiro pelo conteúdo do blog, inclusive quanto a comentários; portanto, o autor deste blog reserva a si o direito de não publicar comentários que firam a lei, a ética ou quaisquer outros princípios da boa convivência. Não serão aceitos comentários anônimos ou que envolvam crimes de calúnia, ofensa, falsidade ideológica, multiplicidade de nomes para um mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal / familiar a qualquer pessoa. Comentários sobre assuntos que não são tratados aqui também poderão ser suprimidos. Este é um espaço público e coletivo e merece ser mantido limpo para o bem-estar de todos nós.

Se você se sentiu ofendido com algum comentário aqui publicado, entre em contato imediatamente mandando um email para dorjival@gmail.com