O dado mede a proporção de famílias que têm contas em atraso e relatam não ter condições de quitar essas dívidas. Em igual mês do ano passado, essa fatia estava em 5,9%. “Apesar da moderação no crescimento do crédito, a alta do custo do crédito e o cenário menos favorável do mercado de trabalho exerceram impactos negativos nos indicadores de inadimplência”, diz a CNC.
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