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Júlio: PR ou PMDB?

Preciso ouvir do próprio Júlio César Ladeia, se tem fundamento ou não, o que o jornalista Moisés Bispo publicou em sua coluna (O Jornal) na edição desta sexta-feira, sobre uma possível aliança com o PMDB do vice-governador Silval Barbosa e do deputado federal Carlos Bezerra.

Nem quero pensar no tamanho da reviravolta política que aconteceria em Tangará da Serra, caso isso acontecesse.

Júlio César saindo do PR, sigla dirigida pelo governador Blairo Maggi, deixaria espaço aberto para a turma da botina seguir em frente com seus planos de conquistar o Palácio Tangará.

No entanto, indo para o PMDB, fecha a porta que hoje está aberta para os peemedebistas locais lançarem um nome que já vem sendo cogitado nos bastidores.

Imagino que o prefeito deva agir com muita inteligência nestes dois meses e meio que restam como prazo para filiação para quem pretende se candidatar a algum cargo público.

São 75 dias para pensar e aplainar o caminho que deverá seguir rumo à alguma eleição nas eleições do próximo ano. Neste momento, todos os pós e contra devem ser observada.

CLOVIS BATISTA - Há duas semanas, o representante do governo do Estado na região disse com exclusividade a este Blog que o prefeito Júlio César seria o presidente do PR em Tangará da Serra. Confirmando na ocasião, que apoiaria um possível projeto de reeleição do prefeito nas eleições do próximo ano. E agora José?

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2 Comentários

  1. Olá,
    Não sei se foi realmente esta a possibilidade que o Bispo levantou. Se entendi bem, Júlio permaneceria no PR e faria uma coligação com o PMDB de Edna Campos, que poderia sair como vice. Fala-se também na vinda de Clovis para o PMDB para ser o vice de Júlio Cesar. De qualquer forma, achei que a matéria da coluna do Bispo (PR + PMDB) não combinava muito com a capa da edição que colocava Dr. Amauri questionando ações do executivo. Afinal, ele (ainda) é figura importante do PMDB, por mais que se fale que o mesmo está distanciado da cúpula da agremiação.

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  2. Nossa análise do cenário, no momento é a seguinte:

    A eventual vinda de Clóvis como vice de Júlio César seria bastante confortável ao executivo estadual. Esta seria uma maneira de Maggi manter sua fidelidade ao PR tendo ao mesmo tempo certa ingerência sobre a administração municipal.

    Fato é que, caso a vaga de prefeito seja disputada por grande número de pretendentes, as chances de JC aumentam consideravelmente.
    Fala-se também que a histórica parceria DEM/ PSDB, que tanto sucesso fez em nível federal por longos anos, possa se repetir na esfera municipal.

    A única possibilidade visível até o momento, de que a disputa saia da bipolaridade DEM X PR seria a formação da uma terceira via de ampla coligação de centro-esquerda (PV, PSC, PSDC, PDT, PT, PC do B, PSOL, PSB) o que não parece provável, considerando a explícita simpatia de lideranças do PSB e do PSOL pelo DEM e os vínculos notórios entre lideranças do PV, PDT e até do PT com PR.

    É claro que até 2008, muita coisa vai acontecer, mas ao que parece, pouca coisa deve mudar no Executivo para 2008: seremos governados por quem está, ou por quem já esteve no poder.
    De forma oposta parece que teremos grande renovação no Legislativo, pois sabe-se que algumas novas lideranças que não terão fôlego para disputar o Palácio Tangará acabarão por disputar as vagas na Câmara, por exemplo, os presidentes do PSOL, PV, PSDC, PC do B e PSC.
    Vamos acompanhando as próximas movimentações para ver o que muda deste cenário.
    Abraços a Dorjival e seus leitores.

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